Tireoide e Infertilidade: Entenda Essa Relação
Tireoide e fertilidade: você conhece a relação? Leia o artigo para entender como essa glândula pode afetar a fertilidade...
A ovodoação é um processo fundamental no campo da reprodução assistida, permitindo que mulheres com baixa reserva ovariana ou dificuldades para engravidar possam realizar o sonho de ser mães. No entanto, embora a prática seja comum em muitos países, ainda existem muitas dúvidas e mitos sobre o que envolve a doação de óvulos.
Continue a leitura desse artigo para entender mais sobre o assunto e explorar os principais questionamentos que surgem sobre a ovodoação como as chances de engravidar com óvulo doado, os custos envolvidos, e os impactos psicológicos desse processo tanto para a doadora quanto para a receptora.
Além disso, entenda como o processo de doação de óvulos ocorre no Brasil, quais são os requisitos legais, e como a ovodoação pode ser a solução para várias mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar. Boa leitura!
A ovodoação é uma técnica de reprodução assistida que vem transformando a vida de muitas mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar devido a problemas relacionados à qualidade ou quantidade dos óvulos próprios.
O processo, que é um gesto de generosidade, envolve a doação de óvulos de uma mulher em boas condições de fertilidade para outra que, por qualquer que seja o motivo, enfrenta dificuldades.
Vale destacar ainda que, no Brasil, o processo de ovodoação é regulamentado por normas rigorosas, visando garantir tanto a segurança das doadoras quanto das receptoras.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), também é fundamental que tanto as doadoras quanto as receptoras passem por acompanhamento psicológico, uma vez que o processo pode ter implicações emocionais significativas.
A ovodoação é realizada principalmente por meio da técnica de fertilização in vitro (FIV). Nesse procedimento, os óvulos da doadora são congelados para serem usados futuramente ou imediatamente fertilizados com o esperma do parceiro da receptora ou com esperma doado, dependendo da necessidade de cada caso.
O embrião formado é então transferido para o útero da receptora, visando ajudá-la a realizar o sonho de uma gestação bem-sucedida. O processo de doação de óvulos envolve várias etapas, que são cuidadosamente coordenadas por médicos especialistas em reprodução assistida.
Confira quais são elas:
A primeira fase do processo envolve a seleção de uma doadora. Para se tornar uma doadora de óvulos, a mulher precisa ser física, mental e emocionalmente saudável, ter idade inferior a 37 anos, e passar por uma avaliação detalhada, que inclui exames médicos e genéticos para garantir a compatibilidade com a receptora, incluindo no tipo sanguíneo, e avaliar a chance de transmissão de alguma doença hereditária.
Após a primeira fase, a doadora passa por um tratamento hormonal para estimular os ovários a produzirem múltiplos óvulos de boa qualidade. Esse tratamento dura entre 10 a 14 dias e é monitorado com exames de ultrassom e coleta de sangue.
Durante esse período, a mulher recebe hormônios que aumentam a produção de óvulos e ajudam a amadurecer os folículos que os contêm.
No momento adequado do ciclo, os óvulos são coletados por via de um procedimento minimamente invasivo chamado aspiração folicular. Esse procedimento é feito sob sedação e dura apenas alguns minutos. A coleta é realizada por meio de uma agulha inserida através da vagina, guiada por ultrassom.
Após a coleta, os óvulos são fertilizados no laboratório por meio de um processo de FIV com os espermatozoides selecionados previamente, podendo ser do parceiro da receptora ou de um banco de sêmen. O embrião resultante é monitorado até que atinja o estágio adequado para a transferência ou congelamento.
Existe, também, a possibilidade do material coletado não ser imediatamente utilizado. Nesse caso, os óvulos passam então pelo processo de congelamento para serem preservados e usados futuramente.
Após a fertilização, um ou mais embriões são transferidos para o útero da mulher receptora. Esse procedimento é realizado de forma simples, similar a um exame ginecológico e geralmente não necessita de internação ou anestesia.
Após a transferência do embrião, a mulher receptora deve aguardar cerca de 10 a 14 dias para realizar um exame de gravidez, que confirmará ou não o sucesso da fertilização. Caso a gravidez seja confirmada, o acompanhamento médico continua para garantir a evolução saudável da gestação.
Como já citamos anteriormente, a ovodoação tem se mostrado uma solução eficaz para muitas mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar devido à baixa qualidade ou quantidade de óvulos.
Mas, além de ser uma opção importante no tratamento da infertilidade, a doação de óvulos oferece uma série de benefícios tanto para as receptoras quanto para as doadoras.
Confira a seguir alguns dos principais:
Um dos maiores benefícios da doação de óvulos é a taxa de sucesso significativamente mais alta quando comparada a outros tratamentos de fertilização.
Segundo um estudo publicado na revista Human Reproduction em 2016, a taxa de sucesso de gestação por ovodoação pode atingir até 55% dependendo da idade da receptora e da qualidade dos óvulos da doadora. Ou seja, a utilização de óvulos de doadoras jovens e saudáveis, especialmente mulheres com até 35 anos, é um fator chave.
De acordo com dados da SBRA, mulheres acima de 40 anos que querem engravidar e que enfrentam dificuldades devido à redução natural da reserva ovariana, apresentam uma chance significativamente maior de ter sucesso ao utilizar óvulos doados, quando comparadas ao uso de seus próprios óvulos. Essa taxa é um reflexo direto da qualidade dos óvulos da doadora.
A ovodoação é uma das principais opções para mulheres com baixa reserva ovariana ou óvulos de qualidade reduzida.
Em muitos casos, mulheres com idade avançada ou que passaram por tratamentos como a quimioterapia podem não ter óvulos viáveis para a fertilização. Por isso, a recepção de óvulos oferece a oportunidade de alcançar uma melhor qualidade embrionária e aumentar as chances de gestação. Com o acompanhamento especializado, é possível construir um caminho personalizado rumo à realização do sonho de mãe.
Ao utilizar óvulos de uma doadora jovem e saudável, a receptora tem uma maior chance de sucesso no tratamento de fertilização in vitro (FIV).
Como já foi dito no artigo, mulheres com mais de 40 anos geralmente enfrentam desafios significativos devido à qualidade reduzida dos seus óvulos, o que pode resultar em falhas no processo de fertilização.
Com óvulos doados, as chances de sucesso aumentam consideravelmente, e as mulheres podem evitar vários ciclos frustrantes de tratamentos sem sucesso.
Todo o processo de doação de óvulos descrito no tópico anterior é cuidadosamente monitorado por uma equipe médica experiente, que oferece ao tratamento um acompanhamento assertivo.
Além disso, como o processo é bem documentado e transparente, muitas mulheres se sentem mais seguras e informadas ao longo de todas as etapas, desde a escolha da doadora até o acompanhamento da gestação. Isso também se aplica ao apoio psicológico, que muitas clínicas oferecem tanto para doadoras quanto para receptoras.
Já falamos desse assunto anteriormente, caso seja necessário esse tópico, seria interessante falar de todas as possibilidades, inclusive para casais homoafetivos masculinos que utilizam óvulos doados para útero temporário.
Embora a ovodoação ofereça todos os benefícios citados acima, existem também alguns desafios envolvidos no processo, que precisam ser considerados por quem está pensando em seguir por esse caminho, seja no papel de doadora ou de receptora.
Entenda quais são:
Para as mulheres que decidem ser doadoras de óvulos, o processo envolve uma série de etapas físicas e emocionais.
A doadora precisa passar por estimulação ovariana, que envolve a administração de hormônios para estimular a produção de múltiplos óvulos. Essa fase pode gerar efeitos colaterais como inchaço, cólicas, e alterações hormonais, o que pode causar leves desconfortos.
Além disso, o aspecto emocional não pode ser ignorado. Embora as doadoras não tenham a intenção de criar um vínculo com o filho gerado, o processo de doação pode gerar questionamentos sobre o impacto dessa ação no futuro.
Por isso, o acompanhamento psicológico é essencial para lidar com as implicações emocionais desse processo.
A utilização de óvulos doados pode ser uma solução para muitas mulheres, mas os custos envolvidos no processo podem ser um obstáculo.
O valor pode variar de clínica para clínica, mas geralmente inclui o pagamento pela doadora, os exames necessários, os medicamentos, e o processo de fertilização. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), os custos da FIV com óvulos doados podem ser até 50% mais caros do que o tratamento convencional.
Para muitas famílias, isso pode significar um gasto significativo, tornando a opção inacessível sem algum tipo de financiamento ou apoio.
Embora a ovodoação ofereça uma chance de gestação, o processo pode ser emocionalmente desafiador para a mulher receptora também. Algumas mulheres podem enfrentar dificuldades relacionadas à aceitação da ideia de gerar um filho sem contribuir geneticamente para a criança.
No entanto, é importante destacar que, mesmo com óvulos doados, a mãe contribui significativamente para o desenvolvimento fetal através da epigênese. A epigênese é um processo em que a mãe transmite informações epigenéticas ao filho através da placenta, influenciando o desenvolvimento genético e a saúde da criança. Essa troca sanguínea e epigenética cria uma conexão profunda entre mãe e filho.
Portanto, é fundamental que as receptoras também recebam acompanhamento psicológico para lidar com essas questões emocionais.
Agora que você já sabe o que é ovodoação, como funciona, quais são os principais benefícios e desafios, preparamos essa lista respondendo às principais dúvidas que as pessoas têm sobre o assunto.
Para ser uma doadora de óvulos, é necessário atender a critérios médicos específicos, com o objetivo de garantir a segurança e a eficácia do procedimento. As doadoras em potencial geralmente são mulheres saudáveis, com até 37 anos de idade, que não possuam doenças genéticas conhecidas e apresentem uma boa reserva ovariana.
Além disso, a equipe realiza uma série de exames para avaliar a compatibilidade com a receptora, incluindo fatores como tipo sanguíneo e características físicas. Também são levados em consideração os hábitos de vida, como alimentação, atividade física e histórico de saúde, para assegurar que ela esteja apta a realizar a doação de óvulos.
No Brasil, a doação de óvulos é regulamentada por normas específicas do Conselho Federal de Medicina (CFM), estabelecidas pela Resolução CFM nº 2.320/2022, que visa garantir a segurança tanto da doadora quanto da receptora, além de assegurar que o processo ocorra de maneira ética e voluntária.
Conforme as normas do CFM, a doação de óvulos é um procedimento anônimo, ou seja, a doadora e a receptora não podem conhecer a identidade uma da outra (com exceção da doação entre parentes de até quarto grau, o que é possível desde que não haja consanguinidade) e o tratamento deve ser realizado sem qualquer tipo de troca comercial entre as partes. A doação é sempre um ato altruísta e sem fins lucrativos.
Essas regras são importantes para preservar a privacidade e a integridade emocional de todos os envolvidos. No entanto, uma exceção existe para o denominado “doação compartilhada”.
Nessa modalidade, a mulher em tratamento de Fertilização in vitro (FIV) ou processo de congelamento de óvulos pode doar uma parte dos seus óvulos para outra mulher e, em contrapartida, pagar um valor reduzido pelo tratamento.
Essa prática, autorizada pelo CFM pela mesma resolução, visa tornar os tratamentos de fertilização mais acessíveis para mulheres que não têm óvulos viáveis para a fertilização, sem comprometer a segurança do processo. No entanto, a doação ainda precisa ser cuidadosamente regulamentada para garantir que o processo continue ético e seguro.
No Brasil, a doação de óvulos é obrigatoriamente anônima e sigilosa. Isso significa que a identidade da doadora não pode ser revelada à receptora, ao futuro bebê ou a terceiros. A legislação brasileira e as normas do Conselho Federal de Medicina determinam que não haja vínculo ou possibilidade de contato entre doadora e receptora — garantindo o anonimato de ambas as partes.
Por isso, a criança nascida por meio de ovodoação não poderá saber quem foi a doadora dos óvulos, nem ter acesso a informações identificáveis sobre ela. No entanto, é permitido que as clínicas utilizem dados não identificáveis da doadora para fazer o pareamento, como características físicas (cor da pele, olhos, cabelo), tipo sanguíneo e etnia, com o objetivo de oferecer compatibilidade com o casal receptor.
Esse modelo tem o objetivo de proteger a privacidade e os direitos de todos os envolvidos no processo, além de evitar possíveis conflitos legais ou emocionais no futuro.
A ovodoação é realizada por meio da técnica de Fertilização in vitro (FIV), que envolve várias etapas cuidadosas para garantir o sucesso do tratamento, como já detalhamos anteriormente.
Após a coleta, os óvulos são levados para o laboratório, onde são fertilizados com os espermatozoides selecionados, seja do parceiro da receptora ou do banco de sêmen, ou congelados para serem usados futuramente.
Os óvulos doados são destinados a mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar devido a problemas relacionados à quantidade e/ou qualidade reduzida de seus próprios óvulos.
O procedimento oferece uma solução segura para alcançar a maternidade enquanto minimiza os riscos de doenças genéticas na próxima geração. As principais razões que levam mulheres a buscar por óvulos doados incluem:
Com os avanços nas técnicas de reprodução assistida, os riscos de gravidez múltipla diminuíram bastante. Isso porque as clínicas hoje priorizam a qualidade dos embriões e não a quantidade, focando em transferências mais seguras e planejadas.
A doação de óvulos é um procedimento que envolve a estimulação ovariana com hormônios controlados no acompanhamento médico. Como esses hormônios são semelhantes aos que o corpo feminino já produz naturalmente, os efeitos colaterais podem ser parecidos com os sintomas do período pré-menstrual, como cólicas e sensação de peso no abdômen.
É comum que as doadoras sintam algum desconforto durante o tratamento, principalmente no local das injeções, mas esse incômodo é geralmente de curta duração.
O processo de coleta em si é minimamente invasivo e realizado sob sedação, o que ajuda a minimizar qualquer dor ou desconforto durante o procedimento. Durante o procedimento, já é administrado medicação para auxiliar na recuperação.
O tempo necessário para realizar um tratamento com ovodoação pode variar de acordo com a clínica escolhida, a disponibilidade de óvulos e se a doação é anônima, compartilhada ou direcionada. Em geral, o processo pode durar entre dois a quatro meses.
Após participar de um processo de ovodoação, a mulher preserva totalmente sua capacidade de ter filhos no futuro, sem qualquer diminuição. Isso ocorre porque os óvulos coletados durante o procedimento seriam descartados pelo organismo naturalmente, mesmo sem qualquer tipo de estimulação hormonal.
O tratamento utiliza óvulos que seriam perdidos no ciclo natural, garantindo que a fertilidade da doadora não seja afetada. Além disso, o tratamento é cuidadosamente monitorado por médicos especialistas, que ajustam o protocolo de estimulação para proteger a saúde reprodutiva da mulher.
Segundo o estudo “Impactos da doação de óvulos na saúde da mulher”, atualizado em 2023 da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, quando realizado em clínicas especializadas e seguindo os protocolos adequados, o processo de doação de óvulos não compromete a capacidade da doadora de engravidar futuramente.
Sim, a doação também pode ser realizada com óvulos congelados, uma técnica que tem se tornado cada vez mais comum em tratamentos de reprodução assistida. O congelamento de óvulos, conhecido como vitrificação, é um processo que preserva os óvulos em condições ideais para uso futuro, garantindo sua qualidade.
Essa opção é especialmente vantajosa porque permite maior flexibilidade para o planejamento do tratamento. A receptora não precisa estar sincronizada com o ciclo menstrual da doadora, o que facilita a logística do procedimento.
Além disso, clínicas que trabalham com bancos de óvulos congelados podem oferecer uma ampla seleção de doadoras, aumentando as chances de encontrar uma compatível com as características desejadas.
Na ovodoação convencional, também chamada de ovodoação exclusiva, a receptora recebe óvulos de uma doadora que está participando do processo unicamente com o intuito de doar. Essa doadora geralmente é selecionada a partir de um banco de óvulos da própria clínica, e pode ter feito a coleta previamente (óvulos congelados) ou iniciar o processo a partir do momento em que é selecionada para doar.
Já a ovodoação compartilhada é um modelo que permite que uma mulher em tratamento de fertilização in vitro compartilhe parte dos óvulos que ela produziu com outra mulher que precisa da doação. Ou seja, a doadora é uma paciente que também está tentando engravidar por meio da FIV.
Sim, é possível engravidar com óvulo doado após os 40 anos, e essa prática tem se tornado cada vez mais comum. A utilização de óvulos doados é uma alternativa especialmente indicada para mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar devido à baixa reserva ovariana, falência ovariana precoce, menopausa ou condições genéticas. Com o uso de óvulos doados por mulheres mais jovens e saudáveis, as chances de sucesso na fertilização in vitro (FIV) aumentam significativamente — mesmo em idades mais avançadas.
A idade da mulher receptora ainda é um fator relevante, especialmente do ponto de vista da saúde materna e fetal. No entanto, como o óvulo utilizado é de uma doadora mais jovem (geralmente entre 18 e 35 anos), a qualidade embrionária tende a ser alta, o que eleva as taxas de implantação e gravidez.
Estudos indicam que as taxas de sucesso com óvulos doados podem ultrapassar 50%, mesmo em mulheres com mais de 40 anos. Após os 45 anos, clínicas costumam realizar avaliações médicas rigorosas antes de iniciar o tratamento, para garantir que a paciente esteja em boas condições físicas para uma gestação.
A ovodoação é um tratamento único e altruísta, que vai além dos aspectos biológicos e traz consigo questões emocionais importantes tanto para doadoras quanto para receptoras.
Para as doadoras, o processo envolve o desejo de ajudar outras famílias, algo que pode despertar reflexões sobre o impacto positivo de sua contribuição. Já para as receptoras, superar a ausência do vínculo genético pode ser desafiador no início, mas com apoio emocional, torna-se uma jornada de amor e construção familiar.
O acompanhamento psicológico é essencial para todas as partes envolvidas, ajudando a alinhar expectativas, fortalecer vínculos e transformar o tratamento em uma experiência leve e significativa. A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) recomenda esse suporte para garantir bem-estar e segurança emocional a todos os envolvidos.
A doação de óvulos é, acima de tudo, um ato de generosidade e esperança, permitindo que famílias superem barreiras biológicas e vivenciem o sonho da parentalidade.
Para entender melhor os desafios emocionais relacionados à infertilidade e aos tratamentos de reprodução assistida, assista à live com a psicóloga Juliana Tfauni e o Dr. Renato Tomioka.
Até aqui você já pode perceber que a ovodoação não apenas transforma a vida das receptoras que realizam o sonho da maternidade, mas também pode impactar de maneira significativa a vida das doadoras e de seus familiares. Além dos benefícios evidentes, existem desafios emocionais e sociais que devem ser considerados.
De acordo com um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida em 2023, muitas mulheres relatam sentimentos de satisfação e realização ao contribuir para o sonho de maternidade de outra pessoa.
Já outra pesquisa publicada no Journal of Assisted Reproduction and Genetics em 2019 destacou que 85% das receptoras relataram sentir maior segurança emocional ao formar laços com a criança após um acompanhamento psicológico adequado.
A decisão de participar de um processo de ovodoação é transformadora mas requer informação e suporte especializado.
Se você tem interesse em conhecer mais sobre a ovodoação ou deseja se sentir mais confiante antes de tomar sua decisão, contar com uma equipe de profissionais especializados pode ajudar a esclarecer dúvidas e orientar o caminho. Converse com a equipe da clínica Vida Bem-Vinda para obter mais informações! Estamos de braços abertos para te acolher.
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