Infertilidade Secundária: Entenda Como Identificar e Quais Podem Ser os Tratamentos
A infertilidade secundária ocorre quando há dificuldade para engravidar após uma gestação anterior. Neste artigo, você vai entender como...
Estudos apontam que cerca de 20% dos casos de infertilidade em casais estão relacionados ao homem. A fertilidade masculina depende de diversos fatores e, entre eles, a qualidade dos espermatozoides é um dos mais relevantes.
Entre as condições que podem comprometer a capacidade reprodutiva masculina, a teratozoospermia se destaca como as principais, embora ainda seja desconhecida por grande parte das pessoas.
O problema está relacionado à morfologia anormal dos espermatozoides, causando dificuldades na fecundação e reduzindo as chances de uma gestação natural. Quer entender mais sobre o assunto? Então leia o artigo completo!
A teratozoospermia é uma condição em que espermatozoides passam a apresentar a morfologia alterada, como cabeças deformadas ou caudas tortas. Essa questão pode dificultar a fertilização, pois os espermatozoides anormais têm menos capacidade de se mover e alcançar o óvulo.
A gravidade da teratozoospermia varia entre:
Quanto maior a porcentagem de espermatozoides com formas irregulares, menores são as chances de concepção.
A teratozoospermia pode ser causada por diferentes fatores:
Os espermatozoides com formas anormais têm dificuldade em se mover e alcançar o óvulo, o que torna a fertilização mais difícil. Quanto mais espermatozoides deformados, menores as chances de concepção de forma natural.
Em casos mais graves, mesmo com técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro (FIV), as chances de sucesso podem ser menores, pois a qualidade dos espermatozoides é crucial para o sucesso do tratamento. Nesses casos, a opção de tratamento mais recomendada é a FIV com ICSI.
A teratozoospermia é diagnosticada principalmente por meio do espermograma, um exame que analisa a qualidade do sêmen. Esse teste, além de verificar a morfologia dos espermatozoides, também avalia a motilidade (capacidade de movimento) e a concentração espermática.
Caso haja alguma alteração, exames complementares podem ser solicitados para investigar causas adicionais. Esse diagnóstico é fundamental para entender a saúde reprodutiva e ajudar a escolher a melhor forma de tratamento, caso necessário.
É possível lidar com a teratozoospermia por meio de tratamentos médicos ou até cirúrgicos, dependendo da causa. Além disso, mudanças no estilo de vida, como melhorar a alimentação, parar de fumar e reduzir o estresse, podem ajudar bastante.
Para casais que estão tentando engravidar e encontrando dificuldades, a reprodução assistida pode ser uma solução. Como já foi dito acima, a FIV com ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide) costuma ser a opção mais indicada, já que permite que o espermatozoide seja injetado diretamente no óvulo, aumentando as chances de gravidez.
E então, você já tinha ouvido falar da teratozoospermia? A boa notícia é que, mesmo quem for acometido com essa condição pode realizar o sonho de se tornar pai por meio da reprodução assistida.
Para saber mais sobre o assunto, confira este outro artigo que explica tudo sobre a FIV.

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