Infertilidade Secundária: Entenda Como Identificar e Quais Podem Ser os Tratamentos
A infertilidade secundária ocorre quando há dificuldade para engravidar após uma gestação anterior. Neste artigo, você vai entender como...
Para que o útero fique preparado para receber um embrião, é necessário tornar o endométrio receptivo, o que faz toda a diferença para quem quer engravidar.
Neste artigo, você vai entender o que é a receptividade endometrial, como ela afeta a fertilidade e quais são os métodos para avaliar e melhorar essa condição, aumentando as chances de uma gravidez bem-sucedida.
A receptividade endometrial envolve a capacidade do tecido endometrial de se preparar de forma adequada para receber o embrião, criando um ambiente que favoreça a implantação e seu desenvolvimento.
Ao longo do ciclo menstrual, hormônios como o estrogênio e a progesterona desempenham um papel crucial na transformação do endométrio, preparando-o para a implantação. Esse processo culmina em um período específico, conhecido como “janela de implantação”, que normalmente ocorre entre o 19º e o 21º dia do ciclo menstrual.
Durante essa fase, o endométrio se encontra em sua melhor condição para permitir a adesão do embrião, graças à presença de moléculas de adesão, fatores de crescimento e citocinas, que facilitam o processo de implantação.
A condição receptiva do endométrio é vital para que a implantação do embrião ocorra com sucesso, sendo um dos fatores determinantes para o início de uma gravidez, tanto natural quanto assistida.
A falta de receptividade no momento crucial pode impedir a fixação do embrião, comprometendo o início da gestação. Portanto, assegurar a receptividade endometrial no momento certo é essencial para garantir o sucesso da concepção e o desenvolvimento saudável da gravidez.
A falta de receptividade endometrial pode impedir que o embrião se implante corretamente, mesmo que ele esteja saudável e viável. Depois da fertilização, o embrião segue das trompas de Falópio em direção ao útero, onde deve encontrar um endométrio acolhedor para conseguir se fixar.
Um endométrio adequadamente espesso e em equilíbrio imunológico é fundamental para que a implantação ocorra de forma estável. Caso contrário, o embrião pode não conseguir se implantar.
Abaixo, você confere alguns aspectos fundamentais sobre a receptividade endometrial.
A implantação do embrião no endométrio é uma etapa crítica para o início da gestação e que depende de várias condições críticas no útero, como a espessura adequada do endométrio, o equilíbrio hormonal, e a presença de moléculas de adesão são fundamentais para permitir que o embrião se fixe e comece seu desenvolvimento.
Se qualquer um desses fatores estiver comprometido, como uma estrutura endometrial inadequada ou desequilíbrios hormonais, as chances de uma implantação estável e bem-sucedida diminuem, o que pode afetar a continuidade da gestação.
A receptividade endometrial é fortemente regulada por hormônios, principalmente estrogênio e progesterona. Esses hormônios ajudam a preparar o endométrio para a implantação do embrião e sustentam a gravidez nas primeiras semanas.
O estrogênio é responsável por espessar o endométrio no início do ciclo menstrual, enquanto a progesterona, produzida após a ovulação, transforma o endométrio em um ambiente nutritivo e imunotolerante, adequado para o embrião.
Desequilíbrios hormonais podem prejudicar essa preparação, resultando em um endométrio inadequado para a implantação. Tratamentos hormonais e terapias de suporte podem ser utilizados para otimizar a receptividade endometrial em casos de infertilidade.
A avaliação da receptividade endometrial pode ser realizada através de exames específicos que fornecem uma visão detalhada da condição do endométrio. Para checar a receptividade endometrial é possível realizar os seguintes exames:
Para otimizar a receptividade endometrial e aumentar as chances de sucesso na concepção, é necessário seguir alguns passos:
Para garantir que você receba o suporte necessário, avalie a receptividade endometrial com um médico especialista da VidaBemVinda. O acompanhamento personalizado pode fazer toda a diferença na escolha da melhor estratégia de reprodução assistida e maximizar as chances de uma concepção bem-sucedida.

Formada pela Faculdade de Medicina da UNICAMP, realizou Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Centro de Atenção Integral à Mulher (CAISM) da UNICAMP. Possui título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela TEGO, concedido pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Atualmente, é pós-graduanda pela Faculdade de Medicina da UNICAMP e médica na Clínica VidaBemVinda.
14 de nov de 2024A infertilidade secundária ocorre quando há dificuldade para engravidar após uma gestação anterior. Neste artigo, você vai entender como...
Neste artigo, você vai entender como mutações genéticas podem ser avaliadas antes da implantação do embrião, por que esse...
A produção independente é uma alternativa segura e cada vez mais comum para mulheres que desejam engravidar sem um...