Dúvidas Frequentes: COVID-19


Sim, todos médicos estão seguindo as recomendações do Ministério da Saúde (MS) e Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme regulamentação do Conselho Federal de Medicina, podemos utilizar teleconferência e orientações à distância para realizar as consultas. Sugerimos que agende seu retorno ou consulta normalmente: (11) 3149-9455 ou (11) 99400-0474 (fixo e whatsapp). E-mail: agenda@vidabemvinda.com.br
Sugerimos que converse diretamente com seu médico. Em geral, a orientação é manter os medicamentos e finalizar o ciclo, com a aspiração dos folículos e coleta de sêmen (quando pertinente). Orientamos fortemente o congelamento de óvulos ou embriões neste momento, com postergação da transferência embrionária.
Em geral, temos orientado a suspensão e postergação do tratamento após avaliarmos melhor o impacto do COVID-19 sobre a gestação. De toda forma, sugerimos que converse diretamente com seu médico. Há diversas particularidades que devem ser discutidas e avaliadas caso a caso.
As gestantes são mais vulneráveis a infecções virais, que podem ser difíceis de tratar, com mais riscos de complicações. Além disso, alguns medicamentos antivirais são contraindicados na gravidez.
O congelamento de óvulos ou embriões para um pequeno adiamento da gestação, na maioria dos casos, não reduz a chance de gravidez. Postergar a transferência embrionária é uma estratégia de precaução. Embora ainda não haja evidências de que o COVID-19 afete a gravidez, as principais sociedades médicas, a VidaBemVinda e o LabForLife recomendam essa abordagem de precaução.
Conforme as recomendações da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), os tratamentos de urgência são os casos de câncer que devem congelar óvulos ou embriões para preservar a fertilidade antes do tratamento gonadotóxico. Entendemos que cada caso é peculiar e demanda avaliação personalizada: se postergar o tratamento for pior do que o risco atual do COVID-19, pode-se considerar realizar o tratamento neste momento.
A maioria dos ciclos que realizamos na VidaBemVinda e LabForLife são submetidos a vitrificação (congelamento), por diversos motivos. Um deles é justamente aumentar as taxas de sucesso, pois os níveis hormonais elevados no estímulo ovariano podem prejudicar a implantação. Inúmeros estudos mostram que a vitrificação não causa efeito negativo sobre as chances de gravidez ou nascido-vivo e, em alguns casos, pode até aumentar as taxas de sucesso.
Atualmente, não há evidências de que a infecção pelo SARS-Cov2 afete a fertilidade ou a qualidade dos óvulos ou espermatozoides.
Para a maioria dos casos, sim. Exceções: cirurgias de emergência e urgência (ex.: torção ovariana, abscessos pélvicos, câncer). Recomendamos que converse com sua equipe médica para planejar o reagendamento da cirurgia.
Sugerimos que mantenha todas as vitaminas e suplementos, até segunda ordem. Fale com seu médico para orientação em relação a cada uma delas.
Sugerimos que todos tratamentos para engravidar sejam postergados neste momento, salvo exceções descritas acima.
Por conta das poucas informações quanto à segurança de engravidar em meio à esta pandemia sem precedentes, estamos orientando os casais a esperarem um pouco. O uso de contraceptivos deve ser orientado individualmente, conforme cada caso.
Sugerimos que converse diretamente com seu médico, para saber se vale a pena e qual seria a data ideal para iniciar as medicações. Os análogos do GnRH (ex: Lupron, Zoladex, Gonapeptyl) têm efeitos colaterais que devem ser considerados.
Não sabemos e ninguém ainda se arrisca a dizer ainda. Não sabemos tampouco qual seria o tempo ideal de isolamento, seja total ou seletivo (grupos de risco). Sugerimos seguir as recomendações da OMS e MS, bem como do governo do seu estado, juntamente com seu médico. Acreditamos que os tratamentos como FIV serão reiniciados assim que a pandemia estiver sob controle e o risco de infecção durante a gravidez seja mínima. Continuaremos monitorando a situação e atualizando nossas recomendações. Por gentileza, entre em contato com seu médico para mais informações.
Caso o prazo do seu retorno passe do limite pré-estabelecido por conta da quarentena orientada, não será cobrada nova consulta. Por gentileza, converse diretamente com nossa equipe de atendimento, caso tenha dúvidas relacionadas: (11) 3149-9455 ou (11) 99400-0474 (fixo e whatsapp). E-mail: agenda@vidabemvinda.com.br
Atualmente, não sabemos se as gestantes têm maior chance de adoecer com o COVID-19 do que o público em geral, nem se são mais propensas a ter doenças graves como consequência. As grávidas sofrem alterações em seus corpos que podem aumentar o risco de algumas infecções. Com vírus da mesma família que o COVID-19 (coronavírus) e outras infecções respiratórias virais, como a gripe, as gestantes têm um risco maior de desenvolver doenças graves. Por isso, é sempre importante que as grávidas se protejam de doenças.
As grávidas devem fazer as mesmas coisas que o público em geral para evitar infecções. Você pode ajudar a interromper a propagação do COVID-19 executando estas ações:
Atualmente, não sabemos se COVID-19 causaria problemas durante a gravidez ou afetaria a saúde do bebê após o nascimento. Porém, alguns estudos mostraram que as gestantes que tiveram COVID-19 no 3º trimestre não tiveram mais complicações. No momento da publicação deste documento, há um relato de caso de uma gestante em estado grave na China.
Ainda não sabemos se uma mulher grávida com COVID-19 pode transmitir o vírus que causa COVID-19 ao feto ou ao bebê durante toda a gravidez ou parto. Nenhum bebê nascido de mãe com COVID-19 apresentou resultado de PCR positivo para o vírus COVID-19. Nesses casos, que são um número pequeno, o vírus não foi encontrado em amostras de líquido amniótico ou leite materno. Não há relato de casos de transmissão vertical (mãe-feto, durante a gravidez) com COVID-19, SARS ou MERS (outros coronavírus).
No momento, não sabemos se existe algum risco para os bebês de gestantes com COVID-19. Houve um pequeno número de problemas relatados com gravidez ou parto (ex: parto prematuro) em bebês nascidos de mães positivas para COVID-19 durante a gravidez. No entanto, não está claro se esses resultados estão relacionados à infecção materna.
Agora entendemos melhor como o COVID-19 é transmitido. Pensa-se que a disseminação pessoa a pessoa ocorre principalmente por gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, semelhante à forma como a influenza (gripe) e outras doenças respiratórias se espalham. Em estudos pequenos sobre mulheres com COVID-19 e outra infecção por coronavírus, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV), o vírus não foi detectado no leite materno. No entanto, não sabemos se as mães com COVID-19 podem transmitir o vírus através do leite materno.
O leite materno oferece proteção contra muitas doenças. Existem raras exceções quando a amamentação não é recomendada. O CDC não possui orientação específica para amamentar durante a infecção por vírus semelhantes como SARS ou Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).
Fora do ambiente pós-parto imediato, o CDC recomenda que uma mãe com gripe continue amamentando ou alimentando o leite materno expresso com o bebê, tomando as precauções para evitar a disseminação do vírus para o bebê (ver próxima resposta).
Uma mãe com COVID-19, ou que está sintomática mas não testou, deve tomar todas as precauções possíveis para evitar espalhar o vírus para o bebê, incluindo lavar as mãos antes de tocar no bebê e usar uma máscara, se possível, enquanto estiver amamentando. Ao expressar o leite materno com uma bomba manual ou elétrica, a mãe deve lavar as mãos antes de tocar em qualquer parte da bomba ou da mamadeira e seguir as recomendações para uma limpeza adequada da bomba após cada uso. Se possível, considere ter alguém ao lado para ajudar.
Não. O modo de acometimento pulmonar é diferente da gripe. Todas evidências mostram que o novo coronavírus tem maior transmissibilidade e maior mortalidade (cerca de 10 a 20x maior) que a gripe. E, ao contrário desta, não temos ainda imunidade nem vacina disponível.
Não. Risco menor é diferente de ausência de risco. Apesar de muito menos frequente em crianças e adultos jovens, há relatos de COVID-19 fatal em criança de 10 meses e de 14 anos de idade. Não sabemos ainda se há sequelas e efeitos do vírus a longo prazo. Devemos lembrar que boa parte dos jovens são assintomáticos e acabam sendo os vetores (transmissores) da doença.
Parece que umidade e calor reduzem a atividade do COVID-19, mas há diversos casos confirmados em países com dias quentes (>27ºC). O vírus não parece sobreviver a temperaturas > 65ºC.
Os estudos mostram que é muito pouco provável que haja transmissão por pets. Há apenas um relato de um cão na China que contraiu infecção leve do seu dono confirmado com COVID-19. Sugerimos que mantenha boas práticas de higiene com seu pet ao sair e entrar em casa, pois pode haver contato com o coronavírus na rua e o vírus pode permanecer ativo por várias horas, dependendo da superfície.
Não. A desnaturação de proteínas (efeito que mata o vírus) funciona mais rápido quando uma pequena quantidade de água é misturada com o álcool. E o álcool puro evapora muito rapidamente para matar efetivamente bactérias ou vírus em superfícies, especialmente quando o ar está menos úmido.
Usar álcool a 100% também secaria a pele muito rapidamente e causaria irritação. Isso pode fazer com que você não desinfete suas mãos com a frequência necessária. É por isso que a maioria dos desinfetantes para as mãos contém emolientes, que são misturas que ajudam a amaciar e hidratar a pele. Prefira álcool 60 a 70%.

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