Infertilidade Secundária: Entenda Como Identificar e Quais Podem Ser os Tratamentos
A infertilidade secundária ocorre quando há dificuldade para engravidar após uma gestação anterior. Neste artigo, você vai entender como...
A vontade de formar uma família vai muito além das relações heteronormativas. Para casal homoafetivo, que tem o sonho de ter filhos biológicos, atualmente, existem possibilidades para tornar isso possível.
Quer saber quais são as opções? Continue acompanhando o conteúdo!
Para os casais compostos por mulheres, existem duas formas possíveis para que possam ter filhos biológicos, são elas: Inseminação artificial e FIV (Fertilização In Vitro).
Para inseminação, primeiro é preciso decidir qual das parceiras irá fazer o procedimento. Após essa decisão, são feitos alguns exames, principalmente para verificar se as tubas uterinas estão normais e, estando tudo bem, pode ser recomendado o procedimhttp://www.vidabemvinda.com.br/blog/o-que-e-fertilizacao-in-vitro-5-informacoes-que-voce-precisa-saber-sobre-a-fiv/ento.
Após essas verificações e a decisão pela inseminação, é selecionado o sêmen de um doador anônimo, que pode ser de banco nacional ou internacional.
Depois inicia-se a estimulação ovariana e dependendo da quantidade de óvulos que são liberados, pode ser que ocorra, até mesmo, uma gestação múltipla.
Para que a inseminação artificial tenha maiores chances de sucesso é necessário:
que as tubas uterinas não tenham alterações;
idade abaixo dos 37 anos;
boa reserva ovariana.
Já para o processo da FIV é necessário a definição de qual parceira irá doar os óvulos, qual irá gerar o bebê e selecionar um sêmen doado. O que difere da inseminação é que, além do tratamento da FIV clássica, que consiste em selecionar os óvulos da paciente, injetar esse sêmen doado, formar os embriões e transferir para o útero, pode ser feita uma outra modalidade, que é a gestação compartilhada.
Nessa modalidade de gestação compartilhada é coletado o óvulo de uma parceira e inserido o embrião formado a partir desse óvulo no útero da outra parceira. Ou seja, uma pessoa doa o óvulo e a outra gera o possível bebê.
Na FIV as chances de gravidez acabam sendo maiores, pois há mais controle da fertilização dos óvulos e formação dos embriões no laboratório. Esse tratamento é indicado para pacientes com:
Para os homens que querem filhos biológicos, a única alternativa possível é a FIV. Para isso, a primeira etapa consiste em selecionar os óvulos, que são doados anonimamente.
Selecionando a doadora, é preciso escolher o sêmen dos parceiros, que pode ser de apenas um de ambos . Porém, é importante ressaltar que não é feita uma mistura entre as amostras desêmen. Quando os dois optam por doar, o casal pode até não saber quem forneceu o sêmen que gerou o embrião, mas o laboratório precisa saber.
Feita essa seleção, é necessário encontrar uma barriga solidária. Segundo o Conselho Federal De Medicina, é permitido que essa pessoa seja um parente de até quarto grau de um dos cônjuges.
Se por acaso não tiver uma parente que possa gerar o embrião, é preciso pedir uma autorização ao conselho, para que outra pessoa possa ser a barriga solidária. No Brasil, não é permitido nenhum vínculo financeiro para a mulher que decide gerar o embrião para o casal.
Gostou de saber as possibilidades para gerar um filho biológico do casal homoafetivo? Confira também o artigo sobre a diferença entre a fertilização in vitro e a inseminação artificial.

Por Dra. Fernanda Imperial Carneiro Liez
Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Formada pela Faculdade de Medicina do ABC. Fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Especialização em Reprodução Humana no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP).
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